terça-feira, 27 de outubro de 2009

Fora do ar


A ideia era excluir o blog de vez, pois ando tão sem vontade de postar aqui...
Mas como eu sou daquelas que, de repente, sente uma saudade avassaladora das coisas que havia guardado no fundo do baú, resolvi apenas apertar o pause.
Talvez eu volte. Um dia eu volto. Pode ser amanhã. Pode ser ano que vem.
Enfim, vocês saberão!
Ah, enquanto isso podem me visitar aqui.
Besos!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Adote um gatinho - E, de quebra, perca peso!

Como? Vou tentar ser breve, tá? Simbora!
Eu não sou uma pessoa nhém-nhém-nhém, que fica com mimimi, cheia de guti-guti. Não vivo defendendo a natureza nem sou amante de plantinhas e bichinhos. Mas se tem uma coisa que me tira do sério, me deixa p*#@ da vida e me corta o coração é gente que maltrata os animais.
Aí Deus, pra testar minha paciência (qual?) colocou na minha porta uma gata prenha e cheia de manha. A gente foi cuidando, dando comida e a bicha pariu aqui. Seis gatinhos e uma gatinha. Cada um mais lindo que o outro. E eu, que até então detestava os felinos, fui me apegando, dando nome aos bois gatos e eles foram ficando, ficando...
No primeiro mês foi bonitinho, eles mal saíam da caixa (sempre ficavam no quintal, em um quartinho que a gente arrumou) e só faziam xixi e o nº 2 na terrinha. Mas foram crescendo, ganhando o quintal todo e eu surtei. Parti desesperada em busca de novos donos e consegui quatro novos lares pra eles. Como são gordinhos e bonitinhos, não foi muito difícil.
Aí restaram dois. Mingau e Angélica (ela tem pintinha em todas as patinhas - luxo!). A sogra, com dó de mim, levou Mingau pra casa e eu botei Angélica pra dentro, porque o futuro dono dela é de SP e só virá buscá-la nos próximos 15 dias. Ela é um amor, uma lady.
Só tem um problema: Gato dorme o dia tooooodo! E isso me deu um enjôo sem tamanho. Pode? Eu não enjoei da gata, como já falei, ela é phyna, enjoei foi do sono dela. Vejo ela dormindo sem parar e morro de náuseas.
Resultado: Estou comendo quase nada nessa vida. Tenho fome e vou pra cozinha, mas passo por ela e pronto! A garganta trava. É um mal estar, um horror!
Por isso, já decidi: Vou colocar Angélica pra adoção. Vou chorar três dias seguidos se ela partir, é bem verdade. O dono dela vai me matar quando chegar de Sampa, mas tô nem aí.
O que não dá é pra morrer de fome por causa de uma gatinha, né?
Então, amiga leitora, se você quer emagracer rapidinho, já tentou de um tudo e nada funciona, que tal levar Angélica pra casa?
Interessadas mandar currículo com foto, porque eu não vou entregar "Angelicat" assim, facinho, sem conferir o histórico da moça, né?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Ilariê

É impressão minha ou a Letícia Spiller deu uma surtada básica e anda usando as botas do tempo de paquita pra malhar, na novela de Maneco?
Se isso for uma tendencinha ou qualquer outra coisa do tipo, alguém me avisa? Porque eu tô super por fora...
E antes que vocês me condenem, eu não estou pensando mal da moça não, viu? Até me identifiquei com ela!
Pois é, quando eu tinha uns 11 anos cismei de ir pro colégio fantasiada de bailarina. E olha que eu nunca fiz balé nessa vida. Minha mãe, que nunca tá nem aí, nem tá chegando, tratou de providenciar a fantasia e disse: vai!
Agora me diz, quem sou eu pra criticar a Pituxa Pastel?

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A feia mais bela

No início da minha adolescência (leia-se a partir dos 15, que sou retardadinha) eu me tornei assinante da Capricho, pois queria aprender tudo sobre sexo ser descolada e fazer parte da galhéra.
Em quase todas as edições, a revista trazia enquetes com alguns garotos perguntando se eles preferiam a menina bonita ou a simpática. Não sei se os homens são mentirosos desde cedo, ou se a revista queria consolar as girls desprovidas de beleza, numa espécie de "se você é feia, seja ao menos simpática".
Então, sendo eu magra como um graveto, com cabelo de fuá e óculos de gatinha com dois graus e meio de hipermetropia, só me restava ser simpática.
Não sei até onde isso era funcional, mas (acredite se quiser) no ano de 1998 eu fui eleita a "Garota Simpatia" do colégio, com maioria absoluta de votos e direito a foto pro jornalzinho da escola.
Duvida? Vem aqui que eu te mostro a matéria. Lá estou eu, zarolha e sorridente!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Enquanto estive ausente, eu...

- Trabalhei pra caramba;
- Dormi muito pouco;
- Ouvi Engenheiros e (como sempre) tive vontade de cortar os pulsos e beber o sangue (oi?);
- Tentei encher a cara, mas o máximo que consegui foi ficar alegrinha;
- Resolvi problemas do pai, da mãe, da irmã (normal, sou a única pessoa responsável da família);
- Fiz comprinhas, porque eu sou ruim, mas ainda sou filha de Deus, né?;
- Chorei de rir;
- Senti saudade de tudo que eu ainda não vivi;
- Fiz muito xixi. É normal num calorão desse a pessoa ir ao banheiro tantas vezes sem estar grávida?

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Belchior, tô contigo e não abro!

Depois de uma semana de cão, com o trabalho me deixando louca e alucinada, eu, que sou apenas uma moça latino-amarericana sem dinheiro no banco, aproveitei o deriado municipal pra viajar. Fui pra João Pessoa-PB, que ainda não conhecia. Gente, que lugar ótimo! Tudo lindo, organizado, com gente fina, elegante e sincera.
Adorei o passeio, a cidade, o hotel...
Recarreguei as baterias e cá estou eu de volta, pra uma semana ainda mais difícil, mas não menos musical!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Já que a novela tá acabando...

... A gente assiste, né? Daí que vendo uma cena do Tarso e da Tônia, ele pergunta:

- Amor, se eu ficasse doido, você casaria comigo?

Eu, o capeta em forma de guri o romantismo em pessoa, respondo:

- Eu já sou praticamente casada com você, e você já é doido. Agora num surta não, plis, que eu quero assistir minha novelinha, tá?

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Delícia de feriado!

Sentiram que nos últimos dias me deu uma vontade louca de postar? E eu que andava sumida tenho aparecido um bocado por aqui. Explico: Tô felizinha! Só quando eu tô de bom humor é que quero escrever. Senão, venho aqui e amaldiçoo o mundo inteiro, além, claro, de falar mal da vida alheia.
E aí? Como foi o feriadão? Eu fiquei aqui, nem viajei. Dieggo sugeriu uns roteiros, mas nada inédito, então não conseguiu me convencer a arrumar as malas. Ainda dei uma dica, falei que só queria ir pra algum lugar que eu ainda não conhecesse (oi? Paris?) mas ele nem tocou mais no assunto, bandido!
Então o esquema foi marromenú assim: Sexta teve passeio com lanchinho e filminho. Sábado eu pintei as unhas de laranja (sou féxiu, e daí?), saímos pra lanchar e depois teve filminho. Domingo foi a vez do shopping (comprei um biquini leando!), com direito a milk-shake, lanchinho e depois casa. A ideia era assistir filminho, mas acabei me empolgando com Arquivo Morto e depois fui dormir na maior adrenalina, porque sempre que assito o seriado me vejo esfaqueando pessoas, e tenho sonhos ruins. Hã? Psicopata? Eu?
Bom, resumo da ópera: Feriadão de cinema e comilança (só besteirol). Eu devo ter engordado uns 2kg, mas, quer saber? Nunca estive tão feliz com o meu corpo! E mais: depois que eu morrer, terei o resto da eternidade pra evitar as calorias e ser magra, né não?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Um pássaro? Um avião?

Na boa, tem alguma coisa muito estranha acontecendo com a minha pessoa. É um vai e vem de emoções, de sentimentos, coisa louca acontecendo dentro de mim. Serão hormônios? Mas tipássim, eu nem tô de TPM, nem tô grávida (embora dia desses cismei que tava e todo mundo me chamou de doida), então como pode isso?
O fato é que ontem tive um sonho estranho e acordei melancólica. Me senti a pessoa mais infeliz do universo e cismei que em pouco tempo um médico me diria : "Eu sinto muito, mas você tem apenas três meses de vida". De onde tirei isso? Da cabeça, ué!
Daí fechei a cara, não falei com ninguém. Passei a tarde toda pensando no que eu iria fazer com "o tempo que me resta" e planejei ligar pra algumas pessoas, pedir desculpas, falar que amo e escrever umas cartas. Viu como eu sou responsável? Nem cogitei mergullhar no mundo das drogas, me prostituir ou estourar o limite do cartão de crédito alheio.
Fiquei um tempão planejando a minha despedida dessa vida terrena até que tive que me arrumar pra uma reunião de trabalho à noite. Aí aquela coisa toda passou, assim, do jeito que veio. Então acho que vou viver mais uns cem anos...
Hoje acordei felizinha e com vontade de postar. Mas como o dia foi muito difícil ontem, Dieggo tá na cozinha preparando o jantar enquanto eu passeio pelos blogs das colhégas e vasculho o orkut alheio.


Porque, no fundo, a gente nunca sabe quanto tempo nos resta, e eu é que não vou gastar o meu enfiada numa cozinha, né?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Nos últimos dias...

Eu quis mudar de nome, de cabelo e de estilo. Quis excluir o blog, ficar sozinha e ser invisível. Eu disse que essa cidade era uma droga e desejei morar em outro estado, país, continente. Eu quis até mudar pra outro planeta. Quis me tornar vegetariana. Eu quis ter um bebê. Comprei um bocado de coisas e comi uma barra de chocolate meio-amargo como se fosse o último mata-fome do Nordeste. Eu disse que sentia falta de conversar com pessoas interessantes, quis encher a cara, comprar um carro novo e pintar as unhas de preto. Eu cortei o cabelo e disse que não queria ser a Gisele, porque ela nem era tão bonita assim...
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Ainda bem que a TPM é uma coisa que dá e passa, né?

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A vida é uma caixinha de surpresas. Ou não!

Sumi, né? Mais de oito dias sem dar as caras por aqui! Posso explicar? Então senta que lá vem história...

Na segunda feira passada eu acordei sentindo que a semana não seria fácil, até comentei isso com alguém, mas como a minha intuição é uma bela porcaria, nem dei muita bola!

Aí, pra mostrar que a intuição feminina (até a minha) tem poder, vieram uma gripe braba, muito estresse no trabalho (muito, muito, muito) uma correria sem fim, mal humor e insônia. Tem noção do que é a pessoa dormir quatro horas por dia e ficar fritando na cama pra conseguir pregar o olho à noite? Até aí, tudo bem, a gente vai levando. Acontece que na quarta feira à noite, a gente recebeu uma notícia que eu não esperava nem nos meus piores pesadelos: Um primo e amigo querido havia partido.
Ele estava bem, estava ótimo e o seu coração de repente parou (coisa de gente que vive intensamente). Aí vieram mais noites em claro, muitos questionamentos e aquela inquietação que a gente sente ao perceber que alguém que estava tão presente em nossas vidas até cinco minutos atrás, nunca mais estará.

Na boa, eu já passei por isso várias vezes, mas nunca saberei lidar com a morte. Não é natural alguém estar aqui e daqui a pouco você saber que jamais vai vê-lo. Não é natural não ouvir mais sua voz, seus conselhos, não sentir seu abraço. Nunca mais. Nunca mais é muito tempo, não é?

No mais, a gente segue em frente. Se tanta gente boa já partiu e a gente continua aqui, deve haver algum propósito, alguma razão...

Feridas curadas, explicações dadas, em breve voltaremos com a nossa programação normal, ok?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O cúmulo do absurdo

Quando alguém liga pra minha mãe, a gente ouve beeem alto uma música de Aviões do Forró.
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Dieggo trabalha o dia todo ao meu lado. Até aí tudo bem. O problema é que ele surtou e deu pra ouvir a trilha sonora internacional de Caminho das Índias. Sem parar.
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Minha irmã tem milhões de amigos que sempre aparecem aqui em casa à noite. Na mala do carro deles, um som enorme toca as melhores (oi?) de Calcinha Preta.
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É por essas e outras que o Belchior se mandou, né não?

domingo, 23 de agosto de 2009

Na balada

Ontem fomos pro show de Capital Inicial. Não sou fã da banda, conheço poucas músicas e nem tava com muita vontade de ir. Mas fui! Por que? Abstinência.
Nessa cidade só se ouve forró, então quando (uma vez a cada dez anos) surge a oportunidade de curtir um som diferente, lá vamos nós. Mesmo que seja Sandy&Junior ou KLB. É, meu passado me condena!
O show foi legalzinho, mas eu não iria de novo. Enquanto todo mundo batia cabeça sob o comando do Dinho, eu descobri que conheço apenas três músicas da banda e que usar salto altão em show de rock é o mesmo que ouvir Vitiléo cantando uma música cuja letra tenha algum sentido.
Além disso, ficamos na área dos super fumantes (inclusive a galera fumava maconha dicunforça) e eu bebi de vodka à uísque e sequer fiquei alegrinha.
Mas Dinho, não magoa não, tá? Eu até que achei você bem simpatiquinho, mesmo com todos aqueles palavrões. E ó, tem um monte de gente que curte o teu som pra baralho, então bota pra f*#er!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Are baba!

Sempre que vejo aquele dálit mirim da novela das oito eu tenho vontade de chorar. Como se não bastasse eu ter que segurar o choro quase toda noite, agora eu tenho que segurar o choro quando vejo o anúncio do Criança Esperança.
No capítulo de ontem, porém, foi demais pra mim! Ver o menino chorando foi forte demais pra esse meu coração intocável e eu, disfarçadamente, fui às lágrimas.
Não é de hoje que globais me deixam estranhamente sentimental. Quando eu era criança, por exemplo, enquanto todo mundo morria de rir com o Didi, eu chorava. Morria de dó do Didi (dedododidi?) e, quando penso que não nunca mais vou ser abalada por celebridades, me aparece esse dálit.
Sofro!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Imaginem a situação:

- Alô, com quem eu falo?
- Lenyssa.
- Como?
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- Alô, com quem eu falo?
- Lenyssa.
- Larissa?
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- Alô, com quem eu falo?
- Lenyssa.
- Melissa, é o seguinte...

(...)

Eu preciso de um nome de guerra. Urgente!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Eu, de novo.

Mesmo depois da última experiência, este sábado lá fui eu, de novo, ao centro da cidade. Alimentei em mim a semente da vã esperança ao acreditar que, como não era véspera de feriado nem nada, o comércio estaria calmo e eu seria atendida como uma deusa uma louca, uma feiticeira pelas vendedoras.
Triste ilusão! Voltei pra casa com um reparador de pontas que tem cheiro de bumbum* e um shampoo que não é shampoo, e sim condicionador. Sofro.
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*Porque certos palavrões eu me recuso a dizer!

sábado, 15 de agosto de 2009

Desculpinha esfarrapada

Tempos sem postar nada aqui, né? Motivo? Falta de vontade.
Além disso, tem o outro blog, onde o acesso é maior e os posts acabam aparecendo com mais frequencia. Não que a ausência de comentários ou visitantes aqui me incomode. Afinal - perdoem o egocentrismo - eu criei esse espaço pra mim, e não para os outros. Criei pra falar o que eu tenho vontade, mas minha timidez não me permite sair gritando por aí.
Não que eu não goste quando vocês vêm aqui. Eu gosto, e muito. Juro! Gosto porque isso gera novas amizades (fiz tantas por aqui!) gera boas conversas e amplia os meus horizontes. Pode parecer estranho, mas a história de vida de outras pessoas sempre me inspira, me alimenta, de várias maneiras, maneiras diferentes...
Enfim, isso é pra dizer que ando de saco cheio desse blog, já pensei em excluir milhões de vezes, como o orkut. E, assim como o orkut, não consigo. Por que? Não sei. Não consigo, me apego e pronto. Então, até eu criar coragem, volta e meia eu apareço por aqui. As vezes mais, as vezes menos. Depende da minha vontade, tá?
Quando eu não estiver aqui, eu devo estar por . Se eu não tiver em lugar nenhum, significa que eu estou trabalhando. Muito. Exaustivamente. Eu também tenho contas à pagar, ué!

sábado, 8 de agosto de 2009

Um dia, eu infarto!

Eu não gosto do dia dos pais. Quem me conhece sabe porque, então não vou ficar me explicando aqui, senão esse post seria enoooorme. E triste.
Mas não sou órfã de pai não, viu? É, eu tenho um. E compro presente pra ele todos os dias dos pais. A diferença é que eu sempre faço isso durante a semana, nunca às vesperas.
Dessa vez, porém, não tive tempo de ser uma pessoa phyna e organizada que vai ao centro numa tarde de clima ameno, com pouca movimentação e muito gramú.
Fui hoje, debaixo de um sol quentão (haja FPS!) muito calor e um bando de gente lerda, indecisa e que deixa tudo pra última hora.
Imagina um caldeirão borbulhante, cheio de gente demente. Sentiu? Foi assim.
Saí de casa certa do que ia comprar, onde iria comprar, mas ainda assim voltei pra casa três horas depois. Cansada, exausta, morta.
Não sei se é a data, a emoção, ou o quê, mas hoje todas as caixas de lojas/supermercados estavam quaaaaase parando, as pessoas andavam devagarinho e parece que ninguém sabia exatamente onde estava.
É por isso que eu também não gosto do Natal. Nem do Reveillon. Sofro!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Amar é...

...Desejar intensamente um brigadeiro de colher e, no fim do dia, encontrar sobre a cama uma latinha de Moça-Fiesta envolta por um lacinho de fita de cetim.
Coisinhas romantiquinhas me deixam tão feliz!
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PS.1: Eu não gosto de brigadeiro de verdade.
PS.2: Eu a-do-ro lacinhos de fita!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Parece mentira, mas não é!

Quando falo que estou fora de forma, todo mundo acha graça. Dizem que eu sou tão magrinha, mas tão magrinha, que se fizer dieta vou acabar sumindo.

É bem verdade que isso massageia o meu ego, torna meu dia mais feliz e me faz uma mulher mais reluzente... e mentirosa! Porque ninguém sabe o que eu escondo por trás desse jeans apertado e dessas blusinhas estrategicamente soltinhas na cintura.
Então, ter de volta a minha cinturinha de pilão deixou de ser apenas vaidade e se tornou uma questão de honra. Por isso voltei a correr no começo da semana. Por isso estou tentando manter a boca fechada.
Mas ainda me sentindo uma Teletubbie!




Alguém aí conhece uma receita milagrosa pra ficar com o corpo da XL sem ter que passar fome ou tomar aquele troço do (aaarghh!) chá verde?
Aceito qualquer sugestão, de macumba à reza forte!