segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Delícia de feriado!

Sentiram que nos últimos dias me deu uma vontade louca de postar? E eu que andava sumida tenho aparecido um bocado por aqui. Explico: Tô felizinha! Só quando eu tô de bom humor é que quero escrever. Senão, venho aqui e amaldiçoo o mundo inteiro, além, claro, de falar mal da vida alheia.
E aí? Como foi o feriadão? Eu fiquei aqui, nem viajei. Dieggo sugeriu uns roteiros, mas nada inédito, então não conseguiu me convencer a arrumar as malas. Ainda dei uma dica, falei que só queria ir pra algum lugar que eu ainda não conhecesse (oi? Paris?) mas ele nem tocou mais no assunto, bandido!
Então o esquema foi marromenú assim: Sexta teve passeio com lanchinho e filminho. Sábado eu pintei as unhas de laranja (sou féxiu, e daí?), saímos pra lanchar e depois teve filminho. Domingo foi a vez do shopping (comprei um biquini leando!), com direito a milk-shake, lanchinho e depois casa. A ideia era assistir filminho, mas acabei me empolgando com Arquivo Morto e depois fui dormir na maior adrenalina, porque sempre que assito o seriado me vejo esfaqueando pessoas, e tenho sonhos ruins. Hã? Psicopata? Eu?
Bom, resumo da ópera: Feriadão de cinema e comilança (só besteirol). Eu devo ter engordado uns 2kg, mas, quer saber? Nunca estive tão feliz com o meu corpo! E mais: depois que eu morrer, terei o resto da eternidade pra evitar as calorias e ser magra, né não?

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Um pássaro? Um avião?

Na boa, tem alguma coisa muito estranha acontecendo com a minha pessoa. É um vai e vem de emoções, de sentimentos, coisa louca acontecendo dentro de mim. Serão hormônios? Mas tipássim, eu nem tô de TPM, nem tô grávida (embora dia desses cismei que tava e todo mundo me chamou de doida), então como pode isso?
O fato é que ontem tive um sonho estranho e acordei melancólica. Me senti a pessoa mais infeliz do universo e cismei que em pouco tempo um médico me diria : "Eu sinto muito, mas você tem apenas três meses de vida". De onde tirei isso? Da cabeça, ué!
Daí fechei a cara, não falei com ninguém. Passei a tarde toda pensando no que eu iria fazer com "o tempo que me resta" e planejei ligar pra algumas pessoas, pedir desculpas, falar que amo e escrever umas cartas. Viu como eu sou responsável? Nem cogitei mergullhar no mundo das drogas, me prostituir ou estourar o limite do cartão de crédito alheio.
Fiquei um tempão planejando a minha despedida dessa vida terrena até que tive que me arrumar pra uma reunião de trabalho à noite. Aí aquela coisa toda passou, assim, do jeito que veio. Então acho que vou viver mais uns cem anos...
Hoje acordei felizinha e com vontade de postar. Mas como o dia foi muito difícil ontem, Dieggo tá na cozinha preparando o jantar enquanto eu passeio pelos blogs das colhégas e vasculho o orkut alheio.


Porque, no fundo, a gente nunca sabe quanto tempo nos resta, e eu é que não vou gastar o meu enfiada numa cozinha, né?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Nos últimos dias...

Eu quis mudar de nome, de cabelo e de estilo. Quis excluir o blog, ficar sozinha e ser invisível. Eu disse que essa cidade era uma droga e desejei morar em outro estado, país, continente. Eu quis até mudar pra outro planeta. Quis me tornar vegetariana. Eu quis ter um bebê. Comprei um bocado de coisas e comi uma barra de chocolate meio-amargo como se fosse o último mata-fome do Nordeste. Eu disse que sentia falta de conversar com pessoas interessantes, quis encher a cara, comprar um carro novo e pintar as unhas de preto. Eu cortei o cabelo e disse que não queria ser a Gisele, porque ela nem era tão bonita assim...
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Ainda bem que a TPM é uma coisa que dá e passa, né?

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

A vida é uma caixinha de surpresas. Ou não!

Sumi, né? Mais de oito dias sem dar as caras por aqui! Posso explicar? Então senta que lá vem história...

Na segunda feira passada eu acordei sentindo que a semana não seria fácil, até comentei isso com alguém, mas como a minha intuição é uma bela porcaria, nem dei muita bola!

Aí, pra mostrar que a intuição feminina (até a minha) tem poder, vieram uma gripe braba, muito estresse no trabalho (muito, muito, muito) uma correria sem fim, mal humor e insônia. Tem noção do que é a pessoa dormir quatro horas por dia e ficar fritando na cama pra conseguir pregar o olho à noite? Até aí, tudo bem, a gente vai levando. Acontece que na quarta feira à noite, a gente recebeu uma notícia que eu não esperava nem nos meus piores pesadelos: Um primo e amigo querido havia partido.
Ele estava bem, estava ótimo e o seu coração de repente parou (coisa de gente que vive intensamente). Aí vieram mais noites em claro, muitos questionamentos e aquela inquietação que a gente sente ao perceber que alguém que estava tão presente em nossas vidas até cinco minutos atrás, nunca mais estará.

Na boa, eu já passei por isso várias vezes, mas nunca saberei lidar com a morte. Não é natural alguém estar aqui e daqui a pouco você saber que jamais vai vê-lo. Não é natural não ouvir mais sua voz, seus conselhos, não sentir seu abraço. Nunca mais. Nunca mais é muito tempo, não é?

No mais, a gente segue em frente. Se tanta gente boa já partiu e a gente continua aqui, deve haver algum propósito, alguma razão...

Feridas curadas, explicações dadas, em breve voltaremos com a nossa programação normal, ok?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

O cúmulo do absurdo

Quando alguém liga pra minha mãe, a gente ouve beeem alto uma música de Aviões do Forró.
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Dieggo trabalha o dia todo ao meu lado. Até aí tudo bem. O problema é que ele surtou e deu pra ouvir a trilha sonora internacional de Caminho das Índias. Sem parar.
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Minha irmã tem milhões de amigos que sempre aparecem aqui em casa à noite. Na mala do carro deles, um som enorme toca as melhores (oi?) de Calcinha Preta.
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É por essas e outras que o Belchior se mandou, né não?

domingo, 23 de agosto de 2009

Na balada

Ontem fomos pro show de Capital Inicial. Não sou fã da banda, conheço poucas músicas e nem tava com muita vontade de ir. Mas fui! Por que? Abstinência.
Nessa cidade só se ouve forró, então quando (uma vez a cada dez anos) surge a oportunidade de curtir um som diferente, lá vamos nós. Mesmo que seja Sandy&Junior ou KLB. É, meu passado me condena!
O show foi legalzinho, mas eu não iria de novo. Enquanto todo mundo batia cabeça sob o comando do Dinho, eu descobri que conheço apenas três músicas da banda e que usar salto altão em show de rock é o mesmo que ouvir Vitiléo cantando uma música cuja letra tenha algum sentido.
Além disso, ficamos na área dos super fumantes (inclusive a galera fumava maconha dicunforça) e eu bebi de vodka à uísque e sequer fiquei alegrinha.
Mas Dinho, não magoa não, tá? Eu até que achei você bem simpatiquinho, mesmo com todos aqueles palavrões. E ó, tem um monte de gente que curte o teu som pra baralho, então bota pra f*#er!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Are baba!

Sempre que vejo aquele dálit mirim da novela das oito eu tenho vontade de chorar. Como se não bastasse eu ter que segurar o choro quase toda noite, agora eu tenho que segurar o choro quando vejo o anúncio do Criança Esperança.
No capítulo de ontem, porém, foi demais pra mim! Ver o menino chorando foi forte demais pra esse meu coração intocável e eu, disfarçadamente, fui às lágrimas.
Não é de hoje que globais me deixam estranhamente sentimental. Quando eu era criança, por exemplo, enquanto todo mundo morria de rir com o Didi, eu chorava. Morria de dó do Didi (dedododidi?) e, quando penso que não nunca mais vou ser abalada por celebridades, me aparece esse dálit.
Sofro!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Imaginem a situação:

- Alô, com quem eu falo?
- Lenyssa.
- Como?
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- Alô, com quem eu falo?
- Lenyssa.
- Larissa?
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- Alô, com quem eu falo?
- Lenyssa.
- Melissa, é o seguinte...

(...)

Eu preciso de um nome de guerra. Urgente!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Eu, de novo.

Mesmo depois da última experiência, este sábado lá fui eu, de novo, ao centro da cidade. Alimentei em mim a semente da vã esperança ao acreditar que, como não era véspera de feriado nem nada, o comércio estaria calmo e eu seria atendida como uma deusa uma louca, uma feiticeira pelas vendedoras.
Triste ilusão! Voltei pra casa com um reparador de pontas que tem cheiro de bumbum* e um shampoo que não é shampoo, e sim condicionador. Sofro.
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*Porque certos palavrões eu me recuso a dizer!

sábado, 15 de agosto de 2009

Desculpinha esfarrapada

Tempos sem postar nada aqui, né? Motivo? Falta de vontade.
Além disso, tem o outro blog, onde o acesso é maior e os posts acabam aparecendo com mais frequencia. Não que a ausência de comentários ou visitantes aqui me incomode. Afinal - perdoem o egocentrismo - eu criei esse espaço pra mim, e não para os outros. Criei pra falar o que eu tenho vontade, mas minha timidez não me permite sair gritando por aí.
Não que eu não goste quando vocês vêm aqui. Eu gosto, e muito. Juro! Gosto porque isso gera novas amizades (fiz tantas por aqui!) gera boas conversas e amplia os meus horizontes. Pode parecer estranho, mas a história de vida de outras pessoas sempre me inspira, me alimenta, de várias maneiras, maneiras diferentes...
Enfim, isso é pra dizer que ando de saco cheio desse blog, já pensei em excluir milhões de vezes, como o orkut. E, assim como o orkut, não consigo. Por que? Não sei. Não consigo, me apego e pronto. Então, até eu criar coragem, volta e meia eu apareço por aqui. As vezes mais, as vezes menos. Depende da minha vontade, tá?
Quando eu não estiver aqui, eu devo estar por . Se eu não tiver em lugar nenhum, significa que eu estou trabalhando. Muito. Exaustivamente. Eu também tenho contas à pagar, ué!

sábado, 8 de agosto de 2009

Um dia, eu infarto!

Eu não gosto do dia dos pais. Quem me conhece sabe porque, então não vou ficar me explicando aqui, senão esse post seria enoooorme. E triste.
Mas não sou órfã de pai não, viu? É, eu tenho um. E compro presente pra ele todos os dias dos pais. A diferença é que eu sempre faço isso durante a semana, nunca às vesperas.
Dessa vez, porém, não tive tempo de ser uma pessoa phyna e organizada que vai ao centro numa tarde de clima ameno, com pouca movimentação e muito gramú.
Fui hoje, debaixo de um sol quentão (haja FPS!) muito calor e um bando de gente lerda, indecisa e que deixa tudo pra última hora.
Imagina um caldeirão borbulhante, cheio de gente demente. Sentiu? Foi assim.
Saí de casa certa do que ia comprar, onde iria comprar, mas ainda assim voltei pra casa três horas depois. Cansada, exausta, morta.
Não sei se é a data, a emoção, ou o quê, mas hoje todas as caixas de lojas/supermercados estavam quaaaaase parando, as pessoas andavam devagarinho e parece que ninguém sabia exatamente onde estava.
É por isso que eu também não gosto do Natal. Nem do Reveillon. Sofro!

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Amar é...

...Desejar intensamente um brigadeiro de colher e, no fim do dia, encontrar sobre a cama uma latinha de Moça-Fiesta envolta por um lacinho de fita de cetim.
Coisinhas romantiquinhas me deixam tão feliz!
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PS.1: Eu não gosto de brigadeiro de verdade.
PS.2: Eu a-do-ro lacinhos de fita!

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Parece mentira, mas não é!

Quando falo que estou fora de forma, todo mundo acha graça. Dizem que eu sou tão magrinha, mas tão magrinha, que se fizer dieta vou acabar sumindo.

É bem verdade que isso massageia o meu ego, torna meu dia mais feliz e me faz uma mulher mais reluzente... e mentirosa! Porque ninguém sabe o que eu escondo por trás desse jeans apertado e dessas blusinhas estrategicamente soltinhas na cintura.
Então, ter de volta a minha cinturinha de pilão deixou de ser apenas vaidade e se tornou uma questão de honra. Por isso voltei a correr no começo da semana. Por isso estou tentando manter a boca fechada.
Mas ainda me sentindo uma Teletubbie!




Alguém aí conhece uma receita milagrosa pra ficar com o corpo da XL sem ter que passar fome ou tomar aquele troço do (aaarghh!) chá verde?
Aceito qualquer sugestão, de macumba à reza forte!

terça-feira, 28 de julho de 2009

Qual é a tua?

Eu ia fazer um post metendo o pau em todos os jornalistas que, depois de formados, decidem que são ótimos publicitários (!) e saem por aí abrindo agências e criando campanhas, mas minha mãe me ensinou a ser educada e não comprar briga à toa.

Mas que eu fico put# com quem invade o espaço do outro, ah, eu fico! Afinal, já dizia o poeta:

"Ado, a-a-do, cada um no seu quadrado!"

quarta-feira, 15 de julho de 2009

É tudo culpa do Graham Bell!

Já falei aqui que sofro de telefobia? Pois é, sofro. E como sofro! Chega a doer o coração toda vez que ouço o telefone tocar. Eu não tenho celular, evito ao máximo falar ao telefone mas, em algumas situações, é inevitável.
Prefiro mil vezes o msn, e-mail, telepatia, espiritismo... Não sei a que se deve isso, talvez seja por causa dessa minha voz de pato, ou da minha extrema timidez.
O fato é que me dá um nervoso tão grande em ter que falar com uma pessoa sem olhar pra cara dela! E se ela estiver fazendo careta? Se tiver fazendo outras coisas e nem prestar atenção no que eu falei? Se não entender nada do que eu disse?

E se a ligação cair, e a pessoa for obrigada a falar comigo de novo, ouvir de novo a minha voz de pato? E se tiver que, de novo, fazer careta ou se esforçar pra entender o que eu digo? E se, se....?

Tu-tu-tu-tu-tu...

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Perguntas que não querem calar


Quando eu vou ter de volta esse cabelão lindo e brilhoso, no qual passei a tesoura sem dó, porque cismei que estava parecendo uma frequentadora fiel da igreja universal?
E quando, quando nessa vida eu vou conseguir me livrar dessa minha cara de bolacha Maria?
Saudades de ser magérrima...
PS: Na foto, a cunhada tagarela, com cara de doida. Rá!

terça-feira, 7 de julho de 2009

Adeus, Michael!


Quando eu era criança, minha irmã (que devia ter uns quatro anos) chegou em casa com um postal com foto dele, pra dar de presente pra minha mãe, que era fã.

Na época, eu sabia apenas que ele era preto, ficou branco, cantava coisas que eu não entendia e dançava segurando o pinto.

Por muito tempo essa foi a ideia que eu tive do Michael. Depois vieram aquelas histórias com as crianças - nas quais eu nunca acreditei - e eu passei a vê-lo com máscaras, sempre se escondendo, sempre infeliz.

Não demorou muito pra eu sacar que o cara que segurava o pinto e gritava era, na verdade, o artista mais completo desse mundo, em todos os sentidos.

É uma pena eu ter demorado tanto pra entender isso. É uma pena ele não estar mais aqui. É uma pena o mundo ter esperado tanto tempo pra ver a sua volta aos palcos e, de repente, saber que isso nunca mais vai acontecer.

Quando coisas assim acontecem, só reforçam a minha ideia de que essa vida não tem sentido algum...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Por quê? Porque? Por que?

Desde criança, tenho mania de questionar tudo, minha mãe que o diga...

- De onde vêm os bebês?

- Com quantos paus se faz uma canoa?

- O que eu vou ser quando crescer?

- Por que você precisa de uma camisinha, se você já é grande?

De lá pra cá, já encontrei resposta pra maioria das minhas perguntas, mas tem uma que eu ainda não consegui entender: Por que diabos um cabeleireiro nunca entende o que a gente diz? Por que será que, toda vez que a gente pede pra aparar só as pontinhas, ele faz questão de nos deixar quase carecas? Por quê?

quarta-feira, 17 de junho de 2009

É nós!


Há pouco tempo atrás, Dieggo deu entrevista pra TV. Essa semana, foi minha vez de ter meus quinze minutos de fama e eu saí no jornal, falando sobre o outro blog - porque esse aqui num tá com nada, né? Tadinho!

O fato é que, aos poucos, a fama vem batendo à nossa porta e, se a gente pegar gosto pela coisa, meus caros... Pitt e Jolie que se cuidem!

Ah, tem mais sobre a matéria aqui.

sábado, 13 de junho de 2009

Ai, meu Santo Antônio!

O dia 12 de junho definitivamente não me traz boas lembranças. Quando eu era solteira, ficava irritada com os casais felizinhos na rua e maldizia Santo Antônio pela minha triste solidão. Até que o coitado ficou de saco cheio e me deu uma mãozinha. Desencalhei!

Acontece que, desde que comecei a namorar, o dia 12 tem sido um carma, uma data perigosa, muito, muito temida. Sexta feira 13 é fichinha! Basta se aproximar o dia dos namorados pra coisa ficar feia pro meu lado. Acontece de um tudo: é ex-namorada que reaparece do quinto dos infernos pra incomodar, é crise de ciúmes, é TPM... Enfim, é briga! E olha que não é coisinha tola, não, de xingar a mãe do outro e gritar pra rua inteira ouvir, imagina... É briga feia mes-mo!

Tenho certeza de que botaram meu nome na macumba.

Dessa vez, por outro lado, a coisa foi diferente. O arranca-rabo aconteceu no início da semana e, pela primeira vez no Brasil, deu tempo de fazermos as pazes, oooohhhhh!



Ontem saímos pra comemorar (olha a carinha de casal bem-resolvido!) com direito a jantarzinho romântico, forró e tudo mais. Foi o nosso 5º dia dos namorados juntos, mas o 1º que passamos in love!

Será que Santo Antônio resolveu me dar uma trégua?